Como lucrar com a parceria Brasil-China em 2026?
- Agência BPM
- há 3 horas
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A relação Brasil–China vai muito além de uma das mais significativas do comércio global. Ela é, hoje, o pilar de sustentação de muitos setores da economia brasileira.
Em 2026, essa parceria segue fortalecida, diversificada e estratégica para importadores e exportadores que desejam crescer com previsibilidade em um mundo cada vez mais competitivo.
Do agronegócio à tecnologia, passando pela logística internacional e acesso a insumos industriais, a China já responde por uma fatia expressiva das operações comerciais do Brasil, superando os Estados Unidos em volume de negócios há mais de 15 anos.
Neste blog, você vai entender por que essa conexão é tão relevante e como sua empresa pode aproveitar o melhor dessa ponte econômica.
Brasil e China em 2026: uma aliança consolidada
A China segue como o principal parceiro comercial do Brasil, com um volume de compras que supera o dobro do realizado pelos Estados Unidos, segundo dados do MDIC.
A relação bilateral foi impulsionada, nos últimos anos, pela reconfiguração do comércio global e por estratégias mútuas de diversificação econômica, digitalização e transição energética.
O destaque não é apenas em volume, mas em diversidade: exportamos grãos, carnes, minérios, celulose e combustíveis; importamos produtos industrializados, eletrônicos, peças automotivas, insumos tecnológicos e químicos. Uma troca essencial para manter a economia girando.
Qual a importância estratégica da China para empresas brasileiras?
Para as empresas brasileiras, a China é muito mais do que um parceiro comercial: é fonte de escala, inovação e oportunidade. O mercado chinês é extremamente dinâmico, com alto poder de consumo e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento tecnológico.
Por isso, as oportunidades vão além do fornecimento: empresas que conseguem adaptar seus produtos e operações para atender às exigências do mercado asiático ganham competitividade global.
E aquelas que estabelecem cadeias de suprimento eficientes com a China têm acesso a custos reduzidos e maior previsibilidade de produção.
Quais os setores com maior volume de negócios Brasil–China?
A entrada de empresas médias e pequenas na relação Brasil-China vem crescendo, especialmente com o apoio de hubs logísticos, plataformas de intermediação comercial e empresas especializadas em operações internacionais. Esses são atualmente os setores com maior volume de negócios entre os países:
Exportações para a China: soja, minério de ferro, petróleo, carne bovina, celulose e frango.
Importações da China: eletrônicos, semicondutores, máquinas, componentes industriais, plásticos, fertilizantes e produtos farmacêuticos.
Quais as principais oportunidades para empresas brasileiras negociarem com a China?
Negociar com a China pode abrir portas valiosas para empresas brasileiras que sabem onde focar. Esse são os principais caminhos para importadores e exportadores:
Importadores: a China oferece escala, preço competitivo e acesso a produtos com valor agregado. É possível montar operações regulares de importação com foco em demanda recorrente, reposição de estoque e diferenciação de mercado.
Exportadores: o mercado chinês valoriza alimentos, commodities sustentáveis e produtos com origem rastreável. Com o crescimento da classe média chinesa, há espaço também para vinhos, cafés especiais, cosméticos e alimentos processados.
Quais os desafios e cuidados nas operações com a China?
Apesar das vantagens, operar com a China exige planejamento e conhecimento. Então é preciso atenção e estratégias para negociações de sucesso ultrapassando estes desafios:
Burocracia e exigências regulatórias (como padrões técnicos, rotulagem, certificações);
Barreiras culturais e de comunicação (negociação, contratos e gestão de expectativas);
Logística internacional complexa, que exige atenção a prazos, câmbio, seguros e documentação;
Riscos cambiais e flutuação de preços internacionais.
Como se preparar para fazer negócios com a China?
Planejamento tributário e logístico: mapear NCMs, tributos incidentes e custos logísticos reais.
Análise de fornecedores e verificação de compliance: visitar feiras, verificar reputações e manter contratos claros.
Parcerias locais e assessoria especializada: contar com parceiros logísticos experientes é essencial para evitar erros e atrasos.
Entenda o papel da Suel Trading no apoio a negócios entre Brasil e China
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Desembaraço aduaneiro e compliance regulatório;
Armazenagem, seguro e rastreamento de carga;
Consultoria especializada para importadores e exportadores.
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